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Antes que eu possa colocar a entrevista queria falar um pouco da meu conhecimento sobre a autora que é pouco, mas lindo ao mesmo tempo.
Antes de conhecer a Babi eu me deparei com sua obra Entre o amor e o silêncio, estava entrando no mundo dos nacionais e quando bati o olho no livro foi amor a primeira vista. Corri para ler a sinopse por que sempre fui apaixonada pela história antes de olhar a capa com mais afinco. E achei uma história tão profunda e ao mesmo tempo pensei que seria um monologo entre a Francesca Wiggs e Michell. Não achava o livro para comprar, então resolvi falar com a autora se ela aceitaria uma parceria, como sempre muito fofa *__* e atenciosa ela aceitou. E para minha surpresa ela mandou um caixa personalizada com o livro dentro e eu simplesmente amei de coração.
E para meu engano a história não foi um monologo muito pelo contrario, foi a mistura de tensão com emoção. A história de amor contida nesse livro é algo que fica para vida toda na mente e no coração. Muito obriga por ter nos dado a oportunidade de fazer parte desse seu mundo literário. E por ser essa romântica incurável.

Voltando...
É com muito amor e zelo que mostramos a encantadora autora de Entre o amor e o silêncio e A Promessa da Rosa (que estou louca para ler). Quem leu o seu primeiro livro já deve saber que é fofo e arrebatador e faz jus a autora. Então vamos conhece-la melhor:


Quer saber onde encontrar a autora e seus livros?
Site Oficial: http://www.babiasette.com.br/#homepage-profile
Facebook: https://www.facebook.com/BabiASette/timeline?ref=page_internal
Instagram: https://instagram.com/babiasette/
Twitter: https://twitter.com/babiasette
Página do livro Entre o amor e o silêncio: https://www.facebook.com/entreoamoreosilencio?fref=ts
[Resenha] Entre o amor e o Silêncio: http://www.primeiras-impressoes.com/2014/12/resenha-entre-o-amor-e-o-silencio.html
Página do livro A promessa da rosa: https://www.facebook.com/Apromessadarosa?fref=ts

Amanda Ághata Costa nasceu em 21 de Outubro de 1993, numa pacata cidade do interior de Santa Catarina. Estudante de Pedagogia e amante das palavras desde a infância, jamais imaginou que um dia sua voz seria ouvida. Com papel e caneta em mãos, espera poder tocar as pessoas com suas histórias, fazendo-as vibrar e amar cada fragmento das mesmas. De todas as coisas do universo, se aventurar nos mares da fantasia é sua maior paixão. A trilogia A Escolhida é seu romance de estreia.

Nada melhor que conhecer a fundo o autor e sua escrita e quais suas inspirações sobre a obra e que obra diga-se de passagem. Fizemos uma pequena entrevista e espero aproxima ainda mais vocês desse lindo mundo da Amanda.

Primeiras Impressões: O que lhe inspirou fazer A Escolhida?
Amanda Ágatha Costa: A Escolhida acabou se tornando uma surpresa pra mim, assim como foi pra muitas outras pessoas. Nunca tive a pretensão de parar, sentar e escrever um livro. Quando a ideia surgiu na minha cabeça, foi um turbilhão de pensamentos e outro turbilhão de inseguranças. Comecei a colocar tudo no papel sem nenhuma intenção de publicar a história algum dia. Não houve uma inspiração específica, mas com certeza, houve uma necessidade enorme de extravasar tudo o que eu queria dizer.

P.I: O segundo livro já tem nome?
A.A.C: O segundo livro será um bônus narrado por outro personagem, o Luke. Não será um ponto de vista de cenas que já aconteceram, como geralmente vemos em outras séries, e sim uma história paralela. Vai se chamar "O Proibido" e contará o passado da família de todos os feiticeiros (em especial do Luke) e como todo o sistema de líderes surgiu, bem como outros acontecimentos que são importantes para o maior entendimento da história.

P.I: A área na qual é formada (Pedagogia) que ajudou na momento de escrever essa trilogia?
A.A.C: Na realidade, a área no qual eu sou formada não me auxilia diretamente na escrita, porque são profissões diferentes e diria que até distantes. Atuo na educação infantil, lidando diariamente com bebês e crianças, o que me faz apenas enxergar a vida de um jeito mais minucioso, valorizando os pequenos momentos. A sensibilidade necessária para ser um professor, é a mesma que se faz indispensável no momento de escrever uma história que convença o leitor, então, este é o maior auxílio que a Pedagogia me oferece nesse sentido.

P.I: Você tem autores que lhe inspiram? Quais são?
A.A.C: Gosto muito da escrita da Cassandra Clare, Carlos Ruiz Zafón e Colleen Hoover. No momento, são os três autores que mais me inspiram.

P.I: Além de terminar esse projeto, já teria um novo em mente? Poderia comentar um pouco sobre ele?
A.A.C: Até o primeiro semestre de 2016, eu estarei focada em terminar a série A Escolhida. Serão quatro volumes e preciso me dedicar a este projeto, pra não correr o risco de deixar pontas soltas ou atrasar muito o lançamento do último volume. Mas, sim! Eu tenho um novo livro já engatilhado, quase implorando para ser escrito. Será uma mistura de suspense policial, com dramas e segredos
que vão abalar a vida da protagonista. Podem esperar um romance bem intenso, com cenas de tirar o fôlego.

P.I: E para os leitores que querem se tornar novos autores, qual mensagem deixaria para ele?
A.A.C: Aos futuros escritores, antes de tudo, eu desejo que tenham em mente que precisam lutar com unhas e dentes por aquilo que acreditam. Se escrever e compartilhar suas ideias é o que realmente querem, não desistam no primeiro obstáculo. Todo sonho é inalcançável se não tentarmos o suficiente para torná-lo real. Persistência, foco, e esperança é o que fazem um bom ator alcançar o reconhecimento do seu público. Acreditem no potencial que eu sei que todos têm! Um grande beijo, e muito sucesso.

Quer saber mais sobre o livro A Escolhida? (clique no nome do livro)

Ela gosta de Colleen Hoover <3 G-zuis me abana. Sou apaixonada por essa autora.
Eu espero que assim como eu gostei de saber um pouco mais sobre essa fofa vocês também tenham gostado.

Escritora da série Lilac e de vários contos na Amazon, leitora apaixonada pelo sobrenatural, fã militante da série Night Huntress e, finalmente, mulher apaixonada por sua família. Deise Müller é Capixaba, casada, técnica em informática, está se formando em Sistemas de Informação e nunca pensou que fosse se tornar uma escritora profissional. Mas, como a maioria dos amores que realmente valem a pena, ela e a literatura se apaixonaram de repente e irremediavelmente.

Fizemos uma breve entrevista para conhecermos melhor a autora. E eu me apaixonei pelas respostas *-*.


Primeiras Impressões: Qual foi sua maior inspiração para escrever Lilac?
Deise Müller: Meu marido. Eu tive uma infância e adolescência difíceis e isso deixou marcas profundas em mim. Meu marido me faz feliz de uma forma que eu nunca pensei que seria. O amor dele me tirou de um lugar sombrio.

P.I: Você tem um estilo de vida diferente é técnica em informática e escritora. Fale-me um pouco mais sobre essa divisão de tarefas?
D.M: É bem complicado. Eu basicamente sou duas pessoas diferentes. Informática é o que eu faço para viver, literatura é minha paixão. Quando estou muito empolgada com um livro, é bem difícil me concentrar no trabalho quando, tudo o que eu mais quero, é voltar para o Word. Meu esposo me ajuda muito com as tarefas da casa, para que eu tenha tempo de escrever, mas ainda assim é preciso muita concentração para dar conta de tudo.

P.I: Quem são as pessoas que mais lhe apoiaram nesse projeto?
D.M: Meu marido, Nelson, principalmente. Minha melhor amiga, Juliana Alberton e, no começo do projeto, Aline Müller, uma amiga querida que foi Beta de Lilac e contribuiu imensamente no primeiro livro. Mas devo muito a toda a minha família.

P.I: Quem são seus autores favoritos? Eles agregaram algo aos seus livros ou ao modo que escreve?
D.M: Jeaniene Frost, autora da série Night Huntress. Meg Cabot, Suzanne Collins, Laurell K. Hamilton, J. R. Ward, Richelle Mead, Megan Maxwell, Anne Rice, J. K. Rowling, Jhon Green, Cassandra Clare e Rachel Caine. Com certeza, todos eles me inspiram muito, mas quem está mais presente no meu estilo é a Frost. Night Huntress é minha série preferida.

P.I: Além da série Lilac você já visa novos projetos?(se sim por favor fale um pouco mais).
D.M: Além dos contos que já escrevo para antologias e a Amazon, estou trabalhando em mais duas séries ao mesmo tempo. Uma é um romance sobrenatural sobre anjos da morte e a outra uma distopia. Ambas Y.A. A distopia é a que está me mantendo acordada ultimamente, ou dormindo com papel e caneta à mão, para não perder as inspirações rs.

Livros: 

1- Lilac
2 - Silver
3- O Conto que deu origem a série Lilac: Até que a morte nos una!












Para maiores informações sobre a autora e seus trabalhos, acesse: 
Sheila Schildt nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em 1987. Graduada em Psicologia, trabalha como Técnica Social em um CREAS de Porto Alegre/RS. É resenhista no blog Dear Book http://www.dear-book.net, onde começou a publicar seus primeiros contos. Como contista, participou das antologias "Névoa" e "Sopa de Letras" pela editora Andross; e "Sonhos e Pesadelos" pela editora Aped. Ficou entre os 20 primeiros selecionados do "1º Concurso de Contos Aparício Silva Rilo" (2013). Recebeu Prêmio Melhor contista 2013 pela Mágico de Oz (portugal). Atualmente lançando seu primeiro livro "Sangue na Lua e outros contos" pela Editora Alcance.
Andrews Ulisses nasceu em 1995. Atualmente reside na cidade de Votorantim, São Paulo. Aos dez anos começou a criar histórias em quadrinhos e aos dezesseis decidiu ser escritor. Estudante de engenharia de computação, cinéfilo e gamer, aprecia viajar para conhecer novas culturas e costumes.
Seu primeiro livro solo, na categoria Infanto-Juvenil ,“A Ilha De Kansnubra e o Portal Perdido”, com temática fantástica contendo Magos, bruxas, dragões e outros seres imaginários, foi editado pela Novo Século/Novos Talentos em 2013.
Teve sua participação em importantes eventos literário, tais como: Feira de Frankfurt 2013, Projeto Cultural Europa - Literarte/Abrasa,  Projeto Intercâmbio Cultural Brasil-Argentina, na cidade Rosário pela Literarte e Salão Internacional do Livro e da Imprensa de Genebra/Suíça 2014, pelo stand da Varal do Brasil, uma das maiores vitrines literárias para brasileiros na Europa. Além disso, participou dos dois Catálogos Artisticos da Literarte, mostrando seu trabalho ao mundo. 
Atualmente é membro correspondente no Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Lisboa e se prepara para tomar posse como membro da delegação no Brasil da Academia de Letras e Artes Valparaíso– CHILE e Academia de Ciências Letras e Artes de Vitória - Espirito Santo.

O autor já é detentor de importantes prêmios. São eles: Prêmio Diamonds of Arts and Education (Viena/Austria), Prêmio Intercultural Latino-Americano de Cultura (Rosário/Argentina) e Prêmio Literário e Artístico – Categoria Revelação – Literarte (Ouro Preto – MG). Foi convidado para ser homenageado com o “Troféu Excelência Cultural ABD”, pelos 70 anos da entidade aos merecedores da cultura e para fazer parte da Enciclopédia Artistas Contemporâneos Lusófonos em homenagem aos 8 séculos da Lingua Portuguesa.
É um escritor brasileiro, nascido em São Paulo. Sempre gostou de escrever. Estudou cinema e escrevi roteiros de filme. Porém, lenta e gradualmente, foi atraído pela noção de passar de uma obra de criação coletiva (cinema) para individual (livro). Nesse caminho evolutivo, começou escrevendo contos em língua inglesa para o mercado exterior, dentre os quais se destaca Eternal Grief, indicado para melhor conto de horror nos Estados Unidos, em 2003, pelo Preditors & Editors Readers Poll. Atualmente, é autor do e-book de suspense e terror Dullahan: os cavaleiros sem cabeça (Navras Digital, 2013), que há várias semanas ficou entre os mais vendidos da Amazon Brasil, e de três romances em língua portuguesa:  
O Mago de Camelot: a saga de Merlin para coroar um dragão (Novo Século, 2013);
 Osíris: deus do Egito (Marco Zero, 2009); e
 Lúcifer: o primeiro anjo (Marco Zero, 2006).
Vinte poucos anos Psicóloga Clínica, apaixonada por Psicanálise, viciada em Livros e amante do Rock Britânico. Desde criança foi vidrada em faz de conta e inventava inúmeros personagens para conversar. Assistia a filmes sobre vampiros já aos seis anos, mesmo que fosse escondida atrás do sofá, e na adolescência dizia que iria ser uma Libélula. Hoje em dia se diz uma adulta confusa que ainda adora vampiros, não ganhou asas de libélula, mas escreveu um livro sobre elas e transformou seus personagens inventados em pessoas reais, mesmo que feitas de papel.



Vamos conhece-la melhor?
Fizemos uma pequena entrevista para conhecermos e nos inspirarmos nessa nova autora nacional.
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