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Como todos estão acompanhando as redes sociais, esta ocorrendo publicações sobre a autora chama Julia Quinn, o que estamos chamando de #JuliaQuinnDay.
Para quem não sabe hoje é o aniversario da autora, e por isso, toda essa movimentação.
A Julia Quinn escreve romances de época, e foi por causa dela, que fiquei completamente apaixonada pela gênero. Os livros da Julia estão sendo publicados pela editora Arqueiro, sendo o seu romance de estreia no Brasil com a serie os Bridgertons, sendo que a editora confirmou a publicação de mais uma serie da autora: THE SMYTHE-SMITH QUARTET


Durante seu último ano na faculdade de Harvard, Julia Quinn (muitas vezes conhecido no ciberespaço como JQ) percebeu que ela não sabia o que queria fazer com sua vida. Esta então se deprimia. Então, ela sentou-se com uma grande balde de Ben & Jerry e um bom livro e decidiu descobrir o que fazer.

Conseguir um emprego parecia muito difícil. Ela não me importaria de ter um emprego, mas ela certamente não sabia como começar a ter um.

A escola de Direito parecia muito chato. Todo mundo odiava advogados, e Julia gostava de ser gostada.

Escola de negócios não era uma opção. Eles somente pegavam pessoas que tinham estado na força de trabalho por pelo menos dois anos, e, como mencionado acima, Julia não sabia como conseguir um emprego.

A única opção que resta (isso mostra como sua visão de mundo era limitada) foi a escola médica. "Aha!" ela pensou. "Eu poderia ser uma boa médico." Ela rapidamente pegou o telefone e contou esta ideia para seus pais, que ficaram compreensivelmente perplexos, já que seu diploma foi em História da Arte, mas sendo as pessoas legais que são, eles disseram: "Ótimo!"

Julia desligou o telefone, piscou algumas vezes, e disse em voz alta: "Tudo bem, então eu vou ser uma médica. Legal." Então ela pegou um bloco de papel e começou a descobrir quanto tempo isso levaria. (Nota: carreiras na medicina não são para aqueles que anseiam gratificação instantânea.) Descobriu-se que seria mais de dois anos antes que ela pudesse entrar na escola médica desde que ela tinha de tomar todas aquelas aulas de ciências traquinas, a fim de aplicar. Claramente, ela precisava encontrar algo para fazer durante esse tempo, desde que ela sabia por experiência que ela provavelmente não estaria estudando tanto quanto ela deveria.

Foi quando ela olhou para o livro ao lado da banheira e do agora vazio Ben & Jerry. Era um romance. "Eu poderia escrever um daqueles", pensou ela.

E assim ela fez.

Dois anos mais tarde, assim como Julia estava decidindo entre Yale School of Medicine e Columbia College de Médicos e Cirurgiões, seu agente ligou para dizer-lhe que seus dois primeiros livros foram objetos de uma guerra de lances feroz entre duas editoras.

Então ela ficou fora da escola médica por um ano e escreveu um terceiro romance. Então ela ficou fora da escola médica por mais um ano e escreveu um quarto. Então, ela ficou um pouco nervosa e pensou que talvez ela deveria dar uma chance a escola de medicina e então pegou um bisturi, começou a dissecar cadáveres, e aprendeu mais sobre o ciclo de ácido cítrico do que ninguém (incluindo estudantes mais MED) quer saber.

Poucos meses depois, no entanto, ela percebeu que ela deve ter experimentado um ataque de insanidade temporária e se retirou da escola de medicina e nunca olhou para trás.


Depois de breves paradas em todos os estados que começam com a letra C, ela e seu marido foram para o noroeste do Pacífico e pretendem ficar lá para sempre.

Fonte: http://juliaquinn.com/

Autor: Julia Quinn
Série: Os Bridgertons #2
Editora: Arqueiro
Páginas: 304

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.

Simplesmente apaixonada pela Julia Quinn.
Nunca pensei que fosse gostar muito dos romances de época, mas graças a essa autora (e devido a alguns filmes como Orgulho e Preconceito, da Jane Austen) comecei a me interessar.
Ela nos apresenta uma família na qual todo mundo gostaria de fazer parte: engraçada, intrometida e unida. Os Bridgertons são uma família peculiar e nesse livro, somos apresentados a um dos irmãos: Anthony.
Ele é o mais velho dos irmãos, e com a morte repentina do pai, assume todas as responsabilidades como homem da casa, assim como o titulo de Visconde. Apesar de amar a sua família, ele carrega consigo um trauma que nenhum dos irmãos pode imaginar.
Por causa disso, Anthony decide se casar e ter filhos, e para isso escolhe a dama mais linda da estação: Edwina Sheffield.
No entanto, para conseguir realizar tal proeza, ele deve ter o consentimento da irmã da garota, e é aí que a verdadeira história (e guerra) começa.
Kate não só não concorda com esse casamento por não gostar do futuro cunhado em questão. Devido ao que leu sobre ele nas crônicas Whistledown (o jornal cheio de fofocas mais que ninguém sabe quem escreve), considera o nosso herói um libertino, e acredita que ele não é digno para ser o marido de sua irmã.

"- Um elogio - observou. - E dirigido a mim. Então, não foi tão difícil, foi?Kate estava inclinando a cabeça de modo adorável dobre as flores de novo, mas parou a meio caminho e preferiu empertigar-se.- O senhor parece ter a habilidade de dizer sempre a coisa errada.- Só quando diz respeito à senhorita, minha cara. Posso lhe garantir que as outras mulheres acreditam em cada uma de minhas palavras."

O que nenhum dos dois esperava era que fossem se apaixonar no meio do processo, em meio as trocas de insultos e farpas. Sendo que foi uma das coisas que mais gostei nesse livro, as discussões entre os dois. Eles sabiam que estavam se apaixonando, mais eram capazes de morrer negando isso.
Outro fator que chamou a atenção nesse livro é o amor que as duas irmãs sentem uma pela outra. São duas pessoas completamente diferentes. Enquanto uma é loura, olhos azuis e joia da sociedade, a outra é morena, com cabelos negros, e está fadada a solteirona. Kate não se acha bonita, mais apesar das diferenças, ela não sente nenhuma raiva da irmã mais nova, pelo contrário, a defende com unhas e dentes. A mesma coisa se resume ao sentimento que Kate tem pela madrasta e vice-versa, que cuidou de Kate como se fosse uma filha, independente de ela ser fruto do primeiro casamento do falecido marido.
Muitos tem como preferido o Duque e Eu, entretanto pra mim, o livro do Anthony é o meu preferido até o momento. Não somente pela troca de ofensas entre os dois, mais por nos mostrar também que é uma história de superação de traumas, ambos aprendem juntos a supera-los (queria ter um Anthony para me ajudar a superar o meu, que é o mesmo da Kate).
A história é linda, comovente, Julia Quinn volta com sua linguagem afiada, sendo que isso foi umas das coisas que mais me atraiu nas histórias dela. Outro detalhe, que assim como no primeiro, é a forma inusitada e o motivo pelo qual os dois decidem se casar.
A edição, diagramação e o tamanho das letras está impecável. Não lembro de ter observado erros de português. A única coisa que foi um pouquinho estranha foi a personagem da história não parecer em nada com a da capa do livro, mas nada que venha tirar o brilho da trama.

Como vocês podem ver eu amei esse livro. O próximo será o do Benedict e que posso adiantar que é lindo, comovente e com um final digno de novela.

"Os lábios de Kate se abriram num sorriso.- O que isso significa?- Significa que o amor não tem nada a ver com o medo de que tudo acabe, mas com encontrar alguém que o complete, que faça de você um ser humano melhor do que jamais sonhou ser. É olhar nos olhos de sua esposa e ter a certeza de que ela é a melhor pessoa que você já conheceu." (p. 283-284)

                         Fonte: http://amorettella.deviantart.com/art/BEEEEEEE-Kate-and-Anthony-145160593

Autor: Julia Quinn
Série: Os Bridgertons #1
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Ano: 2013


Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo.
Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.
Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.

Este é o primeiro volume da série. Neste volume acompanhamos a vida de Daphne Bridgerton a quarta filha da família. Podemos observar como é feita a sua apresentação a sociedade Londrina do séc. XIX. Daphne é uma menina encantadora, chama atenção dos homens, mas eles nunca a veem com o intuito de casamento e sim como uma grande amiga, pois ela sempre sabe o que dizer quando está cercada por homens e mostra muita confiança em si o que muitos homens na época não apreciavam a uma futura esposa.
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